META 12.a
DADO REAL
Expandir as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, integrada ou concomitante, de modo a atingir 50% dos estudantes matriculados no ensino médio, assegurando 50% da expansão no segmento público.
20 indicadores cobrem matrícula, qualidade, infraestrutura, mercado e dinâmica da Educação Profissional. O agregado nacional é o ponto de partida; selecione um estado para ver o recorte estadual e a comparação com os 7 estados de melhor desempenho (P75). Fontes: Censo Escolar, RAIS, CAGED, PNAD, IDEB.
Cinco leituras consolidadas: aderência à Meta 12 do PNE, posição entre os 27 estados, público ainda não alcançado, trajetória das matrículas em 5 anos e saldo de cursos abertos no biênio.
A Meta 12 do PL 2614/2024 (em tramitação) define seis sub-metas para a Educação Profissional Técnica de nível médio. O PNE anterior (Lei 13.005/2014) expirou em valor absoluto não cumprido. Esta seção mostra cada sub-meta com texto literal e status do que a Scintilla consegue calcular hoje a partir das fontes públicas brasileiras.
Três leituras de quem é alcançado pela Educação Profissional do estado: o perfil dos alunos matriculados, qual rede entrega cada fatia da oferta, e onde a rede de fato chega na população 15-29 do estado.
A EPT não pode fechar a porta para trajetórias acadêmicas. Duas leituras comparam escolas com EPT e sem EPT na mesma rede: aprendizado em Matemática e Português, e retenção no Ensino Médio.
Curso técnico hoje exige AVA, simulação digital e ferramentas online. Escola sem banda larga forma aluno desatualizado para o mercado.
Duas leituras sobre a juventude no estado: a parcela de jovens 15-29 que não estuda nem trabalha, e a estrutura por idade aos 17, 21, 25 e 29 anos entre trabalho formal, informal, ensino superior e NEET.
Quatro leituras sobre a demanda formal por trabalho técnico no estado: saldo agregado de vagas, ranking das ocupações mais contratadas, distribuição geográfica da demanda por mesorregião, e aderência entre a oferta de cursos e a demanda do mercado por eixo.
Produzimos dados e informações confiáveis sobre Educação Profissional, integrando técnicas qualitativas e quantitativas de pesquisa. O diagnóstico público acima vai até onde as bases abertas alcançam — quando a pergunta exige cruzamento administrativo, trabalho de campo ou análise específica de uma rede, construímos esse desenho com a equipe da Secretaria.
Quer saber mais? Agende um horário com a gente para conversarmos sobre o seu desafio.
Agende uma conversa →Pipeline determinístico em SQL versionado, executado trimestralmente sobre a Base dos Dados (BigQuery), que reúne as bases oficiais brasileiras. Cada indicador é auditável, com fórmula explícita e caveat de leitura.
Comparamos cada estado a duas referências: os 7 estados de melhor desempenho (P75) marcam o piso empírico de uma rede que funciona. A média nacional ponderada por população 15-29 mostra a posição relativa. Não usamos meta numérica do PNE — a Meta 11 do PNE 2014-2024 (Lei 13.005) era qualitativa (triplicar matrículas) e expirou sem cumprimento; o PL 2614/2024 (PNE 2026-2036) segue em tramitação no Congresso.
O painel considera como matrícula de Educação Profissional Técnica de nível médio qualquer aluno em curso técnico vinculado ao Ensino Médio regular ou à Educação de Jovens e Adultos, conforme registrado no Censo Escolar do INEP. A separação entre integrada, concomitante e subsequente exige um mapeamento adicional de cada curso ao Catálogo Nacional, que será publicado no próximo ciclo trimestral.
O Top 7 é o conjunto dos 7 estados com melhor desempenho no indicador em questão, calculado de forma independente para cada métrica. O Distrito Federal entra no cálculo como qualquer outra unidade da federação, com a observação de que sua rede federal forte e população 15-29 menor podem deslocar o referencial em alguns indicadores.
A média nacional é ponderada pela população 15-29 da PNAD Contínua, para evitar que estados de pequeno porte pesem o mesmo que estados populosos no referencial.
SENAI, SESI, SENAC, SENAR e SEST/SENAT aparecem no Censo Escolar dentro da dependência administrativa privada, agregados a outras escolas particulares. Em estados como Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, essa agregação esconde a verdadeira sobreposição entre Sistema S e rede estadual em eixos como saúde, indústria e gestão. O painel publicará o Mapa de Sobreposição entre Redes em julho de 2026.